É ótimo perceber que o lugar onde você estuda está pronto para tudo; nisso os alunos da Universidade da Flórida podem ficar particularmente tranqüilos, sabendo a instituição está preparada para lidar com uma epidemia de zumbis.
Um funcionário do Escritório Acadêmico de Tecnologia escreveu um exercício de simulação preparatório para desastres, definindo quais os passos a universidade deve tomar para identificar e lidar com um surto de "transtorno de comportamento zumbi". A diretriz recomenda, entre outras coisas, práticas de higiene adequadas durante um surto, desfazer mitos sobre zumbis entre os alunos, e desenvolver políticas e procedimentos para o tratamento de colegas infectados.
Um porta-voz da UF disse que o módulo online foi adicionado ao site, para "adicionar um pouco de leveza" às discussões de preparação para catástrofes…
Conheça Colin, filme do diretor estreante Mark Price, que será lançado em outubro na Inglaterra. Produzido com duas câmeras caseiras e alegado orçamento de 45 libras(135 reais), o filme promete apresentar uma inovação no filmes de zumbis: a estória é apresentada do ponto do morto-vivo.
Um grupo de cientistas das Universidades de Carleton e Ottawa, no Canadá, publicou um estudo que usa rigor matemático para responder a uma pergunta que faz sentido apenas na ficção: a Humanidade conseguiria sobreviver a um ataque de zumbis?
Intitulado “Quando zumbis atacam!: Criando um Modelo Matemático de um Surto de Infecção por Zumbis”, o estudo foi publicado no livro científico “Pesquisa sobre Modelos de Progressão de Doenças Infecciosas”.
O exercício matemático considera várias opções e cenários, incluindo quarentenas bem e mal sucedidas de infectados, assim como a possibilidade de alguns humanos sobreviverem, mas terem que co-existir com zumbis.
Os autores afirmam que um ataque de zumbis poderia acabar com a civilização a não ser que a reação fosse “rápida e bastante agressiva”. Mas advertem:
“Se a escala do surto aumentasse, então, o resultado seria o do juízo final: um surto de zumbis resultaria no colapso da civilização, com todos os humanos infectados, ou mortos. Isso porque nascimentos humanos e mortes dariam aos zumbis um suprimento infinito de novos corpos para infectar, ressuscitar e converter”, afirmam os autores [leia o restante do texto].